O PAUPER UNIFICOU!

Publicado por Álvaro França em

Saudações jogadores!

No último dia 27 de junho, a Wizards of the Coast fez o anúncio oficial mais aclamado pelos jogadores do formato Pauper desde a sua popularização no jogo físico. A empresa trouxe não uma, mas duas grandes surpresas para os jogadores. Senhoras e senhores, o formato Pauper tornou-se oficialmente o formato sancionado! Isso mesmo, iniciando no dia 2 de julho de 2019 no MOL, e no dia 5 de julho de 2019 no jogo físico, organizadores poderão sancionar eventos do formato Pauper no jogo físico em todo o mundo! Esse é um grande avanço para o formato e definitivamente uma das coisas mais pedidas pelos jogadores que ansiavam por uma visão mais competitiva desse formato que desde sempre apresentou alto potencial para competições saudáveis. Esse grande passo gera inúmeras novas possibilidades para o formato, desde eventos dedicados inteiramente ao formato (como o Magic Fest, antigo Gran Prix), até produtos selados exclusivos (como as antigas edições Master, e o recente Modern Horizons). Claro que essas possibilidades são apenas possibilidades, mas o reconhecimento por parte da empresa de que o formato precisava ser extraído oficialmente do Magic Online já deixa a entender que eventualmente poderemos ter novas boas surpresas.

Ouvi durante a semana alguns jogadores criticarem a atitude da empresa em sancionar oficialmente o formato. Alguns disseram que o formato vai se tornar caro e vai “afastar os jogadores”, outros que vai ser impossível jogar competitivamente porque muitas cartas simplesmente não terão estoque suficiente para atender a todos, por já serem velhas o suficiente para não ter estoque desde antes do anúncio. Acho que nesses casos, é uma visão muito pequena por parte destes jogadores. Encarecer o formato é algo que pode ocorrer, claro, mas no meu ponto de vista isso significa que mais jogadores estão interessados no formato, que por sua vez, significa um maior potencial de evolução do formato, e isso é muito bom! Claro que alguns jogadores podem acabar deixando o formato por não ter condições de manter os gastos, mas, convenhamos, isso pode acontecer com qualquer hobby a qualquer momento. O Magic: The Gathering é um hobby também, pago, e relativamente caro, mas qualquer bom hobby acaba passando por isso. Inevitavelmente algumas pessoas terão interesse nele, mas não terão tempo, ou dinheiro, ou um outro recurso qualquer. E isso é natural do mundo, não podemos julgar uma mudança por este fato, porque com certeza, na ocorrência da saída de um jogador que não concorda com os preços ou não tem como manter seus gastos com o jogo, alguns outros entrarão porque acham o formato mais interessante e mais competitivo. De uma forma ou de outra, é evolução. É uma pena que nem todos possam arcar com os gastos, mas há de convir que é o curso natural das coisas. De qualquer forma, o Pauper segue sendo o formato competitivo de mais baixo custo dentre todos os formatos do jogo.

Além do anúncio sobre a oficialização, para que o formato seja sancionado no jogo físico, seria necessário simplificar a regra de validade das cartas. Quem já joga o formato e acompanhou a sua evolução com o tempo, deve conhecer o sentimento de explicar a um novo jogador quais as cartas são válidas na construção dos decks do formato. No Magic Online torna-se simplório, a legalidade das cartas é clara e pouco complicada. Mas no jogo físico era preciso fazer um adendo a respeito das cartas impressas com raridade comum, mas que não estavam inclusas na base de dados do Magic Online. Mas agora, não mais. Junto a grande notícia sobre a oficialização do formato físico, a empresa finalmente concordou em unificar a base de cartas do jogo digital e físico! É exatamente o que vocês estão pensando, a partir da mesma data, TODAS as cartas impressas como comum no jogo físico e no Magic Online (salvo as presentes na lista de banidas e restritas), passam a ser válidas no formato! São 415 novas cartas incluídas na base do formato, aguardando ansiosamente por novos arquétipos e novas estratégias! Agora fica bem mais simples não só explicar ao seu coleguinha iniciante como o formato funciona, mas também, saber da validade das cartas sem consultas externas. E claro, haverá mudanças no metagame até que todos estejam habituados com as novas cartas.

“Mas espera, incluindo todas essas cartas no formato, não ocorrerão desequilíbrios no metagame? ”

Talvez, mas isso é algo que veremos apenas com o desenvolver do novo metagame, considerando a adição das novas cartas. Contudo, já buscando evitar possíveis desavenças entre os jogadores e as novas regras, a empresa anunciou que com a unificação, três novas cartas seriam incluídas na lista de banimentos. São elas:

Explicando rapidamente a motivação geral para que essas caras já sejam incluídas previamente na lista de banimentos, podemos dizer que todas fogem do power level geral do formato e propiciam estratégias que não são saudáveis do ponto de vista da empresa. A carta Hymn To Tourach é uma das mais faladas desde sempre. Enquanto o formato ainda não possuía unificação, algumas lojas e localidades acatavam um formato paralelo ao oficial em que essa unificação já existia, porém, sem inclusão de nenhuma carta na lista de banimentos. E o Hymn To Tourach já apresentava um potencial enorme em decks como o Mono Black Control, podendo ser uma carta que logo ao início do jogo dispõe ao controlador a possibilidade de desvirtuar totalmente o plano de jogo do oponente. Do meu ponto de vista não é uma carta extremamente potente, mas com certeza seria uma carta problemática, principalmente agora que os filtros de mana colorida estão cada vez mais presentes no formato (a.k.a. Arcum’s Astrolabe). A carta Sinkhole possui uma explicação similar. É uma carta que, logo ao início do jogo, consegue desregular a estratégia do oponente, e na maioria dos casos, impedi-lo de jogar, ocasionando um efeito similar a natural “zica” que os jogadores enfrentam vez ou outra. Isso sem contar que no Pauper até o momento não existe nenhuma carta que destrua terrenos, sem drawback, por menos de três manas.

A carta High Tide tem uma explicação diferente, porém, com o mesmo fim: propicia estratégias nada saudáveis para o formato. Quem já jogou o formato Legacy em seus primórdios conhece bem esta carta. É a carta que possibilitava a estratégia do deck Solidarity, que basicamente utiliza do High Tide para duplicar suas manas geradas no turno, diversas mágicas que desviram os seus terrenos, e cantrips. Por fim, executava o oponente utilizando a carta Brain Freeze. Permitindo esta carta no Pauper, provavelmente teríamos algum arquétipo novo que buscaria simular esse arquétipo do Legacy (por mais que não haja acesso a algumas das melhores cartas do arquétipo do Legacy) ou no mínimo permitiria a execução de mágicas de custo muito alto em um ponto relativamente cedo das partidas. Enfim, é melhor prevenir do que remediar, logo, a carta também inicia banida no formato.

Além das três citadas, muitas outras cartas chamaram a atenção dos jogadores do formato. Vou comentar e fazer uma leve análise abaixo, dos principais destaques dessas inclusões.

Paper Pauper Spotlights

Passe o mouse sob o nome das cartas para visualização.

Goblin Grenade :

Essa com certeza foi a carta que mais facilmente me chamou a atenção. Para quem já experimentou o formato IRL antes da oficialização, deve lembrar o quanto era prazeroso estourar um oponente com uma granada destas. A Goblin Grenade, além de ser um burn e tanto, serve para remover grandes bloqueadores e aumentar o ritmo do jogo, colocando o oponente sempre no clock dos 5 de dano que pode surgir a qualquer momento, similar ao efeito que Fireblast causa no Monored Burn. Além da possibilidade de ressucitar o arquétipo dos Goblins no formato, ela ainda pode ser utilizada no já conhecido (e que fez bons resultados recentemente) Red Deck Wins, que apesar de não possuir todas as criaturas do tipo goblin, possui goblins o suficiente para que a carta tenha boa utilidade. Nessa tendência atual de controls e midranges no metagame, pode ser que os decks citados com esta carta possam começar a aparecer mais e marcar mais presença.

Merchant Scroll:

Essa é outra carta com bastante potencial, e uma das que mais gostei de receber. A Merchant Scroll é um bom tutor de cartas azuis e funciona similarmente ao Mystical Teachings. Mesmo com as limitações de ser sorcery, e buscar apenas cartas instantâneas azuis, é uma carta de baixo custo, e que ainda te da um acesso enorme na toolbox de mágicas. O azul possui counters, cantrips, draws, bounces, enfim, cartas para diversas situações. Isso sem contar as cartas multicoloridas, como Soul Manipulation, Agony Warp e até mesmo Inside Out. E por falar em Inside Out, Merchant Scroll é uma ótima inclusão para os arquétipos combo do formato. O Izzet Blitz, o Tireless Combo e principalmente o UW Familiars, ganham bastante com essa carta, podendo ter acessos mais consistentes a algumas chaves de seus combos. Além de tudo isso, aposto pessoalmente em alguns novos arquétipos utilizando dos recursos dessa carta para aumentar a estabilidade do acesso a determinadas chaves no momento certo do jogo.

Agora, com essa carta, imaginem se High Tide já não fosse banido :P.

Desert:

Essa é uma inclusão um pouco questionável. Os jogadores normalmente tratam essa carta no “8 ou 80”, ou ela é ótima ou é péssima. Eu particularmente consigo ver o potencial da carta de maneira isolada, consegue claramente lidar com as fadas e o Delver of Secrets do Monoblue  Delver e do UR Skred, com o Ninja of the Deep Hours, e até com algumas criaturas do Stompy e outros aggros do formato. Mas, quando tento ver a aplicação em arquétipos já existentes no formato, só consigo ver real benefício em controls mais pesados como o Tron. A carta sem dúvida é ótima, mas devemos lembrar que, além de gerar apenas mana incolor, para que seu segundo efeito funcione, significa que, em aggros e midranges, vc vai ter que abrir mão de conjurar uma criatura ou uma mágica com card advantage, e nos controls, você provavelmente vai atrasar a conjuração de alguma outra mágica, pois você precisa terminar o seu turno com este terreno em pé. Não acho que o formato tenha espaço para esse tipo de jogada agora (exceto no Tron como citei), mas, visto o potencial da carta, assumo que não tenho certeza quanto a minha análise e aguardo a evolução do metagame para ter uma noção melhor. Caso tenham algum comentário a respeito podem deixar nos comentários também, serão sempre bem vindos! 😊

Red Elemental Blast & Blue Elemental Blast:

Essas duas cartas, na verdade, são uma redundância de algo que já existia. O formato já conta com Hydroblast e Pyroblast, que possuem uma diferença suave das duas inclusões (possibilitam alvejar mágicas e permanentes que não sejam da cor especificada, aumentando o número de mágicas conjuradas em decks como o Izzet Blitz por exemplo, diferente das Red Elemental Blast & Blue Elemental Blast que só podem ser conjuradas caso tenham um alvo válido da cor especificada), mas que no fim das contas não faz muita diferença.  A redundância é boa, mas como ambas são normalmente utilizadas como sideboard, é complicado abrir mais slots dos 15 para as suas inclusões. De qualquer forma, para quem joga o formato físico, a inclusão das duas cartas torna mais fácil a substituição de Hydroblast e Pyroblast em seu sideboard, já que ambas tiveram impressões recentes e possuem preços mais baixos, na casa dos centavos (mais de 10x menor que as suas contrapartes já existentes previamente), e estoque relativamente bom nas lojas nacionais.

 Ashes to Ashes:

Essa é outra inclusão questionável, mas que chamou bastante a minha atenção. A Ashes to Ashes é uma remoção de duas criaturas em uma só. O drawback é claramente pesado, mas levando em consideração que com uma carta é possível remover ameaças como Gurmag Angler, Gearseeker Serpent e Atog, a sua inclusão passa a ser interessante. O arquétipo Affinity está voltando ao meta, o que significa que mais ameaças grandes devem estar presentes nas partidas. Essa carta não remove Myr Enforcer, mas remove todas as outras ameaças do arquétipo (visto que Frogmite dificilmente é uma ameaça real), e assim, merece seu devido reconhecimento. Tenho dificuldade ainda de encaixá-la nos arquétipos já existentes. Talvez em um MonoBlack ou em UB Alchemy/Flicker. Devemos analisar com cuidado pois os 5 life points perdidos associados ao seu efeito podem acabar por ser um “tiro no pé”, e ajudar mais do que atrapalhar o oponente.

Tormod’s Crypt

Essa é outra carta que não traz novidades ao formato, mas, ainda é uma carta com bom potencial. Remoções de cemitério são sempre bem vindas nos sideboards, e as opções mais usadas que tínhamos até então, basicamente, eram Relic of Progenitus, Nihil Spellbomb e Faerie Macabre. Esta primeira, e creio que seja a mais usada (de acordo com a lista de Staples do formato do MTGGoldfish)  já vinha alcançando valores na casa dos R$ 15,00, um pouco salgado para o formato. Provavelmente esse preço se justifica pelo uso da carta também no formato Modern. As outras duas opções possuem preços bem menores, mas  seus estoques vem caindo já a algum tempo. Enfim, Tormod’s Crypt não é nenhuma novidade, mas sendo um artefato de custo zero, com baixo custo financeiro e com um efeito decente, deve aparecer nos sideboards dos decks pós unificação.

Mystic Remora

Esta é outra carta polêmica. É uma carta bem antiga, de difícil acesso, e com um efeito bem atípico. Muitos jogadores especularam o potencial dela logo no dia do anúncio, e de acordo com o acompanhamento de preços da ligamagic, uma carta que muito dificilmente alcançava os R$ 10,00 (pois jogava em exatos 0 arquétipos até então), já passou dos R$ 30,00. Mas, acredito ser meramente o poder da especulação agindo. A carta tem potencial, claro, mas na colorpie azul, é difícil encaixa-la. Eu só vejo na verdade um espaço para ela em controls como o Tron, que consegue fazer uma quantidade razoável de manas logo no início do jogo. Fora isso, é uma carta que vai pairar dois turnos na mesa, e no máximo, reduzir o ritmo do oponente que provavelmente vai preferir segurar as suas mágicas a arriscar entregar uma compra. Recentemente vi a carta agindo no UB Delver. Aconteceu exatamente dessa forma, o jogador conjurou a mágica, o oponente segurou suas mágicas por dois turnos, e o jogador foi obrigado a sacrificar a Mystic Remora sem comprar uma carta sequer. Talvez na versão antiga do UB Drops essa carta fizesse mais sucesso, uma vez que o deck poderia passar o turno sem terrenos em pé (gastos no custo de manutenção da Remora), que ainda teria acesso a mágicas como Snuff Out, Daze e Gush.  Claro que, tudo depende de saber jogar e saber empregar a carta na lista certa, mas vejo uma complexidade que torna o trabalho de tornar essa carta jogável um tanto difícil.

Sunken City:

Essa é outra carta que achei interessante. Em arquétipos como o Monoblue Delver e o UR Skred, essa carta pode ser usada como um finisher. Imagine que, eventualmente, jogando com um desses arquétipos, vc tenha três fadas quaisquer e um Ninja of the Deep Hours, ou um Augur of Bolas. Esse é um campo de batalha comum no mid e late game desses arquétipos. Então, em um turno com potencial de quatro a cinco pontos de dano de combate, passa a ser de oito a dez. Você não precisa nem chegar a pagar o custo de duas azuis para mantê-la em jogo, porque provavelmente você vai matar o seu oponente assim que a conjurar. Mesmo que o jogo não termine ai, você pode simplesmente passar o turno, pagar o custo para mantê-la em jogo e finalizar no próximo turno. É uma carta com bom potencial e espero vê-la em listas futuras, por mais que eu tenha consciência de que encontrar um espaço para ela nos arquétipos citados é uma tarefa um tanto difícil. Lembre-se também que essa carta aumenta TODAS as criaturas azuis. Isso significa que as criaturas do seu oponente também crescerão, então, cuidado para não receber um tiro pela culatra!

Unstable Mutation:

Essa é mais uma carta com potencial para os arquétipos azuis. O azul desde sempre teve dificuldades para finalizar o jogo rápido. A maioria dos decks com azul funcionam como um “Fish”, controle de campos + counters + criaturas pequenas e com evasão. A pouco tempo algumas listas de Monoblue mais “aggros” se posicionaram bem no metagame, e essa carta é uma carta que pode incentivar o crescimento dessas listas. Uma fada qualquer encantada com essa carta passa a ter um corpo 4/4, podendo não só trocar com criaturas grandes do oponente, como reduzir o clock do jogo causando dano de combate. Antigamente no formato Legacy, existiam algumas listas que usavam essa carta com esse propósito. Acho que temos espaço para ela no nosso formato e o teste é válido.

Feldon’s Cane:

Até então no formato não tínhamos uma carta viável que possibilitasse o embaralhar de todo o cemitério no grimório. Por mais que, levar o jogo a um ponto do late game onde ve-se necessário utilizar desse recurso, não seja algo que aprecio e muito menos ache saudável para o formato, não posso negar que essa é uma ótima ferramenta. Além de prolongar a sua vida e evitar que você morra por deckout para decks como o Turbofog e o UB Teachings, é uma carta que também protege o seu cemitério de possíveis ameaças. O Tron por exemplo, que utiliza várias mecânicas recursivas para prolongar o jogo e matar o oponente aos poucos, pode proteger seus recursos devolvendo seu cemitério para o seu grimório. Óbvio que perder acesso a uma carta do cemitério não é o ideal, mas ainda é melhor do que ter a carta exilada e perder totalmente o acesso a ela. Essa ainda é uma carta barata, de baixo custo de mana convertido, e com uma ampla gama de aplicações no formato. Também vale o teste!

Ashnod’s Altar:

O potencial dessa carta é claro, principalmente porque ao olharmos para ela, já sentimos o cheiro de combo. No Modern, já apareceram arquétipos parecidos com o finado KCI, utilizando dessa carta para fazer quase o mesmo que o KCI fazia. No Pauper a sua aplicação é um pouco menos poderosa, mas ainda sim tem um grande potencial. Por exemplo, o BG Aristocrats que utiliza do combo com Safehold Elite, Ivy Lane Denizen e Carrion Feeder, pode agora fazer mana infinita só com a presença dessa carta em jogo. É um combo muito poderoso? Não. Mas é algo possível, estável, e que merece ser estudado. A aplicação dessa carta transcende os arquétipos existentes, provavelmente algo novo surgirá e nós veremos em breve.

Temos diversas outras cartas disponíveis no formato que ainda merecem atenção e estudo, mas creio que as cartas que citei já deem uma ideia do potencial que os jogadores têm em mãos para a criação de novas listas e aprimoramento das existentes. O formato deve ganhar muita atenção agora, e deve atrair jogadores mais competitivos. Muitas das cartas incluídas no formato não tem um número bom de cópias no mercado, e algumas delas devem começar a ser necessárias em alguns arquétipos, então, aposto que em breve poderemos ter um produto exclusivo pro Pauper, trazendo as cartas mais antigas que estão com cópias escassas (e talvez até Oubliette, para a alegria do público), ou no mínimo um produto que, não necessariamente seja voltado exclusivamente para o formato, mas que igualmente trava algumas das cartas que estão mais difíceis de se encontrar. Muitas mudanças estão por vir, muitos desafios para os jogadores, então, continuem fazendo o bom trabalho, e fiquem de olho no metagame!

Até a próxima!


Álvaro França

Formado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal Fluminense, trabalha como cientista de dados no mercado de energia e joga Magic:The Gathering desde 1998, com ênfase no formato Pauper desde 2009. Aventurou-se em vários card games e demais jogos de estratégia durante a vida e acumulou largo conhecimento na teoria e prática desse tipo de jogo.

1 comentário

Caminho para o Competitivo – Cap. 2 – A Escolha - Mind Gears · agosto 6, 2020 às 23:18

[…] em 27 de junho de 2019, a empresa anunciou [1] que, a partir daquela data, o formato seria unificado, de forma que qualquer carta impressa como comum em uma edição física OU digital, seria válida! […]

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