Caminho para o Competitivo – Cap. 2 – A Escolha

Publicado por Álvaro França em

A Escolha

Saudações jogadores!

Retomamos hoje o Caminho para o Competitivo! A nossa série de artigos voltada para os jogadores que desejam entrar ou evoluir no cenário competitivo!

Vimos no artigo passado que, para destacar-se e/ou tornar-se um dos melhores, é necessário não só o desejo de vencer mas também um mindset receptivo aos esforços necessários para tal. Detalhamos o pensamento do jogador que almeja ser um campeão, e como os jogos são objetivos na forma de se mensurar a evolução desse jogador. Conhecemos ainda um perfil de jogador que, no geral, não encara a derrota como uma oportunidade de melhoria. Ele assume um mindset perdedor sem ao menos se dar conta disso. Comumente deixa a frustração, mais do que a sua lógica, guiar as suas atitudes. Chamamos então esses jogadores de Scrubs. Finalizamos deixando claro que o desejo de ganhar, apesar de supremo em um ambiente competitivo, em nenhuma hipótese pode ir contra as regras, a atitude desportiva, ou ser favorável a trapaças e outros meios ilegais facilitadores de vitória. 

Agora que a sua mente já está moldado à maneira de pensar de um campeão, vamos dar mais um passo nesse caminho. Ainda estamos no início, mas lembrem-se que todo grande edifício precisa de um bom alicerce! Por isso, vamos à uma questão que é trivial, mas de suma importância, a escolha!


A Escolha

Depois de entender o modo de pensar de um campeão, saber como aproveitar a derrota como uma oportunidade e entender os esforços envolvidos, é a vez de escolher um jogo para competir. Se você chegou até aqui, deve saber, é claro, que o foco do nosso site é o formato Pauper. Assim, partirei do princípio que o seu jogo já está escolhido!

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Já me perguntaram se a escolha do jogo não deveria vir antes do entendimento do conceito de Jogar para Vencer, abordado no nosso primeiro artigo. Respondo de prontidão que não. Antes de todo percurso a ser percorrido, existe a meditação a respeito do mesmo. Precisa-se entender o caminho, conhecer suas nuances e obstáculos. É necessário formar o seu pensamento e preparar o seu psicológico para o que está por vir.

Além disso, o jogador competitivo, por natureza, almeja pela competição. Ele encontra nas competições uma diversão que não pode ser vista em nenhum outro campo da vida. Assim, o jogo fica em segundo momento, já que o primeiro é, de fato, o nascimento da vontade de competir. Eu mesmo, em uns anos de hiato que tive com o Magic: The Gathering, senti falta da competição, pois sou um jogador naturalmente competitivo. Na época, o meu acesso ao jogo estava limitado por questões de agenda. Então, busquei outro jogo que se encaixasse melhor nos meus horários e me desse diversão similar e tivesse uma boa competição. O desejo de competir veio antes, a escolha do jogo veio logo em seguida.

Pois bem, retomando. Considerando que a sua escolha de jogo foi o Magic: The Gathering e o formato Pauper, vou fazer uma breve introdução ao formato, especificando suas principais características, prós, contras, e algumas formas de competir no mesmo.


O Formato Pauper

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Para quem não sabe, o formato Pauper é um formato nativo da plataforma digital Magic Online. Durante um bom tempo vigorou apenas em seu formato digital. Mas, o passar dos anos e o aumento na adesão do público, conseguiu fazer com que o formato ultrapassasse as barreiras digitais e começasse a ser empregado em eventos físicos. 

O Pauper é um formato Construído, que significa que você precisa construir o seu baralho previamente aos jogos e levá-lo com você. É também um formato Eterno, que quer dizer que utiliza todas as coleções já lançadas no jogo. 

A base de legalidade do formato é bem simples. Se uma carta foi impressa com raridade comum em alguma edição do jogo (salvo as presentes na lista de banidas e restritas [1]), ela é válida. Assim, se uma carta não está banida (o formato Pauper não possui cartas restritas) e já foi impressa com a raridade comum em uma edição, seja ela física ou digital, ela é passível de ser incluída em um baralho. Mas, nem tudo foi sempre simples assim.


Um pouco de história

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No início as regras de legalidade no formato eram um tanto complicadas. Como um formato que nasceu de uma plataforma online que não possuía o mesmo total de coleções lançadas no jogo físico, não contava com uma boa gama de cartas só existentes fora do mundo digital. Existia também uma disparidade entre cartas que, no Magic Online, foram lançadas em edições exclusivamente digitais com a raridade comum (o que a tornava legal no formato), mas que no jogo físico não possuíam uma impressão válida com essa raridade.

Assim, surgia a necessidade de vários formatos paralelos que visavam equalizar as regras do formato, antes totalmente digital, para as plataformas físicas. Surgiu assim o que era chamado de Pauper IRL. Basicamente, seguia a mesma idéia de um formato de apenas cartas comuns, mas levava em consideração todas as cartas já lançadas no jogo físico. Esse formato trazia consigo a entrada de cartas que hoje são banidas no formato, como Hymn to Tourach por exemplo. Além disso, outros vários formatos paralelos foram surgindo, com diversas variações de regra que complicavam a unificação do formato. Um jogador que, por exemplo, utilizasse um baralho construído sob as normas do Pauper IRL, acabava por não poder jogar um evento em uma loja que utilizasse as normas do Magic Online. 

Com o tempo, houve uma convenção geral dos jogadores em sempre adotar as mesmas regras e edições do Magic Online. Mas a validação da legalidade das cartas ainda era um tanto complicada, e dificultava a vida do jogador, principalmente se fosse um iniciante. Na época, plataformas de pesquisa como o Scryfall não existiam ou não eram muito famosas. Além disso, a plataforma oficial da Wizards of the Coast, o Gatherer, não disponibilizava a legalidade do formato Pauper. Mesmo ocorrendo eventos grandes do formato no jogo físico, como os eventos que ocorrem em paralelo ao evento principal no Magic Fest (antigo Grand Prix), uma unificação de regras não ocorria por parte da Wizards of the Coast, e parecia impossível.

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Mas finalmente, em 27 de junho de 2019, a empresa anunciou [1] que, a partir daquela data, o formato seria unificado, de forma que qualquer carta impressa como comum em uma edição física OU digital, seria válida! Além disso, visando evitar futuros problemas, algumas cartas que antes não eram válidas mas que com a unificação acabariam por entrar na gama de cartas disponíveis no formato, foram banidas. Essas foram Hymn to Tourach, High Tide e Sinkhole. Os banimentos foram cirúrgicos e os jogadores foram majoritariamente de acordo. 

Assim, chegamos ao que hoje conhecemos como Pauper. Um formato composto apenas por cartas comuns, mas com bom nível competitivo e alto grau de desenvolvimento necessário para se tornar um dos melhores. 


Principais Características

Conforme já citado, o Pauper é um formato Construído. Diferente dos formatos Limitados cujas cartas utilizadas na construção do baralho são decididas no momento da partida/evento, neste você precisa construir o seu baralho previamente. Você decide a cor, estratégia empregada e formulação do seu baralho antes de entrar de fato nos jogos. 

Também já citado, o Pauper é um formato Eternal. Com isso, todas as edições lançadas no jogo são válidas na construção dos seus baralhos, e essas edições não sofrem rotações periódicas, como acontece com o formato Standard por exemplo. 

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Como um formato Eternal, podemos esperar que o Pauper seja um formato onde mudanças ocorrem em um espaço maior de tempo. Isso ocorre porque, fora os períodos após a ocorrência de um banimento, os jogadores mais engajados vem lapidando o formato a anos, o que faz com que a maior parte dos arquétipos existentes já estejam no seu melhor.

Outro ponto que também justifica é o fato de que, como o formato contempla todas as edições já lançadas no jogo, e em seu início o Magic: The Gathering costumava ter lançamento de cartas com um poder mais elevado do que as que são lançadas hoje em dia, dificilmente uma carta recém criada consegue substituir outra que já esteja bem presente no formato. Parte disso deve-se a New World Order [1], um manifesto da Wizards of the Coast que limita a complexidade dos efeitos de cartas comuns a serem desenvolvidas após o ano de 2011, o que acaba, por vezes, também limitando o seu poder.

Diferente do que alguns comentam, formatos Eternal não precisam de um ciclo de mudanças constantes, muito pelo contrário. O grande objetivo de um formato Eternal é justamente incluir aqueles que não conseguem, por alguma limitante pessoal, acompanhar o ciclo de transição dos formatos rotacionáveis, e prefere construir um baralho que dure por anos ao invés de meses, como ocorre algumas vezes com o Standard. Além disso, este não é um ponto ruim. Muito pelo contrário, um formato que sofre menos “reboliços” constantes da mais tempo aos seus jogadores de aprimorarem suas habilidades, seus baralhos e seus conhecimentos, o que é tudo que um jogador realmente competitivo quer!

Veja por exemplo os maiores Grão Mestres de Xadrez. Eles competem utilizando regras milenares de um jogo milenar. Não temos lançamentos periódicos de novas peças, nem banimentos de peças existentes, e todos os enxadristas estão satisfeitos com isso, pois o que eles querem não são mudanças periódicas, e sim um jogo equilibrado que teste suas habilidades.

Por último, mas talvez mais importante característica, vem o fator financeiro. O Pauper é de longe o formato competitivo mais acessível do jogo. Mesmo com a alta sofrida após a unificação, o formato ainda conta com um valor de entrada relativamente baixo quando comparado a outros formatos Eternal como Legacy e Modern. 

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No jogo físico, é possível montar arquétipos de Tier 1 com algo próximo de R$ 200,00 [2]. No jogo digital, varia um pouco de acordo com o valor cobrado pelo Tix, moeda de câmbio do jogo que é comumente comercializada pelos jogadores. Mas o valor não é muito diferente e às vezes chega até a ser menor do que o valor das cartas físicas. 

Essa acessibilidade muitas vezes acaba sendo uma porta de entrada do novo jogador de Magic: The Gathering. Eu mesmo, algumas vezes, encontrei com pessoas que sequer conheciam o jogo, mas resolveram tentar começando pelo formato Pauper, e acabaram ficando de vez!


Eventos

Existem vários meios de se jogar o formato Pauper. Depois de sua popularização, passou a ser bem comum nas lojas nacionais a terem pelo menos um dia de eventos para o formato. 

Mas, o jogador competitivo quer mais. Só jogar no metagame da sua loja não é o suficiente para ser um dos melhores! Mas, calma, temos alternativas!

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No Brasil, temos alguns meios de se jogar o formato em níveis mais altos. Temos o Nacional Pauper organizado anualmente, e aberto apenas aos jogadores que possuem uma vaga pré conquistada. Essas vagas podem ser obtidas através de classificatórios que são distribuídos por lojas no Brasil inteiro. Atualmente, é o evento nacional recorrente com maior número de jogadores classificados, contando com 347 classificados e quase 200 jogadores inscritos na sua última edição, e batendo recorde ano após ano.

Além do Nacional Pauper, temos também os eventos paralelos do Magic Fest. Esses eventos costumam ocorrer em todos os dias do Magic Fest, e algumas vezes conseguem até superar o número de inscritos do Nacional Pauper. Por serem eventos que são bem generosos em premiação, costumam ser alvos do “farm” dos jogadores no Magic Fest, contando com uma gama de jogadores muito experientes tanto nacionais quanto internacionais.

Temos ainda o LatAm Magic Series, circuito da América Latina com diversos eventos espalhados pelo Brasil e que, apesar de não contar com o Pauper na sua final, abre diversos eventos classificatórios que podem ser realizados com o formato. É também uma ótima chance de afiar as habilidades e competir com jogadores mais experientes. Costumam ter quase o mesmo nível dos classificatórios do Nacional Pauper, podendo ser um pouco maior ou um pouco menor dependendo do local e do dia.

Por último, temos o Magic Online. Apesar de último a ser citado, é de longe a plataforma onde o formato pode ser jogado em mais alto nível. Por ter escala mundial, o jogo conta com jogadores experientes de vários países diferentes, o que aumenta as chances de se encontrar pessoas bem qualificadas.

Além disso, os eventos são pagos em Tix, a moeda da plataforma, e premiados em baús que podem ser vendidos nos bots do jogo por Tix, ou abertos em uma espécie de booster pack que pode te trazer coisas muito boas e com valor bem superior ao valor unitário pago por cada baú. Dessa forma, muitos jogadores realizam o famoso “grind”, que nada mais é do que jogar vários desses eventos todos os dias, obter as premiações e, através delas, tirar um lucro e ainda uma nova entrada em um evento, realimentando esse ciclo. Não é fácil, claro, mas muitos jogadores conseguem uma boa fonte de renda apenas jogando, conquistando Tix, e vendendo-os por dinheiro real no mercado secundário.

Os eventos mais comuns do Magic Online são as Ligas e os Challenges. Nas ligas, após paga a inscrição, o jogador joga cinco rodadas fixas de suíço contra outros jogadores. Em cada um dos seus resultados finais tem-se uma premiação diferente, sendo que a maior premiação é dada, claro, a quem faz um resultado de 5-0 (cinco vitórias, zero derrotas). Nos Challenges é um pouco diferente. Estes são eventos que tem seu número de rodadas de suíço variante de acordo com o número de inscritos (conforme é estipulado nas regras de torneios de Magic: The Gathering), além de um corte final, no estilo “mata-mata”, com os oito melhores do suíço. A inscrição no evento é maior (3 vezes o valor de uma liga), mas a premiação também é muito mais generosa. Uma primeira colocação em um evento desses pode facilmente alimentar a inscrição de mais 8 ou 9 eventos.

Fora os eventos oficiais propostos pela plataforma, ainda temos uma série de eventos independentes que ocorrem regularmente. Praticamente temos eventos todos os dias da semana, exceto no domingo e na sexta-feira. Temos o Pauper Geek Pit na segunda, o Pauper Classic Tuesdays nas terças, Bazar Open nas quartas, Pauper Royale nas quintas e Tropical Pauper Saturdays nos sábados. A maioria desses eventos são sediados pela plataforma da Cards Realm, e os que não são, são centralizados na plataforma do Gatherling. Boa parte desses eventos são gratuitos, e mesmo assim entregam premiações! Isso sem contar com os eventos de temporada como o Card Realms Pauper Series e o Clube da Luta Pauper. Enfim, o que não falta é opção! Todos esses eventos, mesmo os gratuitos, contam com uma boa gama de jogadores sérios, e servem como um ótimo treino para quem almeja o competitivo.


Vantagens e Desvantagens

Vamos ver agora uma resumida lista de vantagens e desvantagens do formato Pauper.

Vantagens:

– Formato de baixo custo, e consequentemente, mais acessível;

– Power level elevado com cartas que nem sempre são comuns a outros formatos, o que requer certa habilidade para dominar o cenário competitivo;

– Possui eventos de grande porte em quase todo o território nacional, além de eventos recorrentes no Magic Online;

– Comunidade ativa que dá suporte constante ao formato;

– Diversos portais famosos dedicados à análises do formato;

– O formato tem um bom potencial para criação. Ocasionalmente vê-se arquétipos nunca vistos antes fazendo bons resultados, mesmo sem a inclusão de novas cartas no formato.


Desvantagens:

– Por ser um formato Eternal, apesar da acessibilidade financeira, algumas cartas são difíceis de encontrar com jogadores ou em lojas nacionais (para o jogo físico);

– Apesar dos arquétipos top tiers estarem sempre mudando, as listas e o formato em si variam com menos frequência que os outros formatos, o que às vezes pode gerar a falsa sensação de estagnação (atenção à palavra FALSA);

– Arquétipos do tipo combo são menos frequentes no formato, o que às vezes pode favorecer um metagame mais aggro ou midrange, e desestimular o uso de arquétipos do tipo control;

– O suporte por parte da Wizards of the Coast ainda é precário, e os banimentos geralmente não são bem embasados e acabam por criar um novo problema;

– O formato carece de um circuito “premier”, que crie a possibilidade do jogador exclusivo do Pauper entrar no nicho profissional.


Conclusões

Por fim, caso eventualmente você decida seguir o competitivo em outro formato ou outro jogo, gostaria de salientar algo importante que o David Sirlin comenta no seu livro Play to Win [3].

Sempre que escolher um jogo ou um formato, faça uma análise prévia da saúde desse jogo ou formato. São grandes os esforços e duro o caminho para se alcançar o nível competitivo. Você precisa tornar esse objetivo parte do seu dia a dia, da sua rotina, e manter um hábito constante de estudo e treino para evoluir. Seria uma pena, e um grande desperdício, se o seu jogo ou formato escolhido simplesmente se “auto-destruísse”. 

Echoing Decay | Degeneração Reverberante - Magic: the Gathering mtg

Algumas vezes, jogos ou formatos de jogos dão sinais de que estão se degenerando, ou que tem potencial para, num futuro não muito distante, perderem o controle e acabarem indo a falência. Assim, tenha certeza de que está apostando suas fichas no número correto, afinal, seu tempo e dinheiro são preciosos. Se, por exemplo, você tivesse investido muito do seu tempo e recursos no formato Frontier há alguns anos atrás, muito provavelmente você teria hoje um forte arrependimento. 

Outro ponto a ter atenção é o das ferramentas utilizadas. Em um formato competitivo, subentende-se que todos os jogadores têm acesso aos melhores recursos, e quando você opta por trilhar esse caminho você já deve ter em mente que precisará dessas ferramentas se quiser ser um dos melhores. Dessa forma, há uma homogeneização entre os recursos dos jogadores, e todos acabam tendo acesso às mesmas ferramentas.

Logo, evite jogos e formatos que utilizam de uma mecânica de progressão das suas ferramentas para alcançar o nível competitivo, como os MMORPGs por exemplo (Massive Multiplayer Online RPGs). Nesse tipo de jogo você precisa treinar, matar monstros, completar missões, derrubar itens de monstros, forjar armas e etc a fim de, em algum momento, poder disputar com outros jogadores em nível igual ou próximo disso. Evitando esses jogos, você garante que vai “bater no mesmo prego com o mesmo martelo” de todos, e o seu resultado vai ser muito mais baseado na sua experiência, conhecimentos e habilidades, do que no seu tempo disponível para treinar personagens ou obter itens.


Enfim é isso, aprendemos nesse artigo a importância de se fazer a escolha correta do jogo que desejamos jogar competitivamente, falamos um pouco da história e das principais características do formato Pauper, e das suas vantagens e desvantagens. Concluímos apontando a necessidade de atenção na escolha de jogos que não demonstrem uma política degenerativa e que proponham aos jogadores uma gama de recursos que seja homogêneo a todos.

Por ser um dos primeiros artigos da série, este tende a ser um pouco mais introdutório e de cunho mais iniciante. Mas não se engane! Ainda tem muito a vir por aí e muitos conceitos a serem explorados! Se você é um jogador mais experiente, recomende esse artigo aos seus amigos iniciantes, e fique atento para os próximos capítulos pois, já no próximo, sairemos do nicho iniciante e entraremos no intermediário! Se você é um jogador iniciante, fique antenado, porque o caminho vai começar a dificultar daqui para frente!

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Nos vemos no próximo artigo!

Até breve!


Fontes

[1] – Website Wizards of the Coast – https://magic.wizards.com/

[2] – Deck Constructor Ligamagic – https://ligamagic.com.br/

[3] – David Sirlin, Play to Win – http://www.sirlin.net/ptw


Álvaro França

Formado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal Fluminense, trabalha como cientista de dados no mercado de energia e joga Magic:The Gathering desde 1998, com ênfase no formato Pauper desde 2009. Aventurou-se em vários card games e demais jogos de estratégia durante a vida e acumulou largo conhecimento na teoria e prática desse tipo de jogo.

1 comentário

Caminho para o Competitivo - Cap. 3 - Treino, Aprendizado e Evolução - Mind Gears · agosto 22, 2020 às 16:19

[…] no artigo passado a importância da escolha correta de um jogo quando se deseja jogar competitivamente. Denotamos o […]

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