Metanalysis S02E03 – Março de 2021

Publicado por Álvaro França em

Metanalysis S02E03

Saudações jogadores!

Estamos aqui mais uma vez com o Metanalysis! A nossa análise mensal do metagame dos eventos do Magic Online! Seguindo com a segunda temporada de análises, vamos analisar o mês de março de 2021!

Previously on Metanalysis…

Em fevereiro, após não sermos atingidos por uma massiva atualização na lista de banidas e restritas, pudemos contemplar um metagame bem mais focado nos aggros, e bem menos polarizado do que aparentava estar em janeiro. Em ascensão, o Boros Bully mostrou que ainda é um arquétipo de peso e que Fiery Cannonade não é tão terrível quanto aparentava. Vimos ainda a crescente potencialização dos midranges que usam da mecânica Cascade, sobretudo do RG Cascade, que teve números bem mais altos que o normal. Tivemos também a queda do Tron, que apesar de bem presente em números, não havia demonstrado resultados muito expressivos no decorrer do mês.

Terminamos o artigo com uma previsão para o início do mês de março que envolvia o aumento de presença do Tron, UR Skred, Elves, Burn e MonoG Walls Combo, e uma queda no RG Cascade e no Boros Bully. Comentamos ainda no decorrer do artigo que, devido a fama que os arquétipos que usam da mecânica Cascade estavam recebendo, era possível que outros arquétipos, que não o RG Cascade, surgissem no decorrer do mês de março.

Vamos agora analisar o mês de março e conferir se as nossas previsões foram assertivas!


Março de 2021

Vamos iniciar com o resumo do metagame do mês. Tivemos um total de 8 eventos, totalizando mais de 428 inscritos e mais de 1246 jogos!

NOTA: Devido a um erro na captação dos dados, somado a não publicação pela Wizards of the Coast dos resultados de alguns eventos deste mês, as análises a seguir foram feitas desconsiderando-se o evento do dia 21 de março.

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Metagame por quantidades – Dados provenientes do Challenge Project [1]

Começando a análise pelo top 10 em presença (primeira tabela e primeiro gráfico), podemos ver novamente o Tron em primeiro lugar, mantendo sua posição do mês anterior, enquanto o UR Skred, agora segundo lugar, sobe uma posição tirando o posto do RG Cascade. Este, por sua vez, ficou apenas em 8º lugar, com um aproveitamento bem similar ao mês anterior e que discutiremos mais a frente.

Lava Spike - Magic: the Gathering MTG

Em terceiro lugar, novamente uma surpresa, temos o Burn. Depois de longos períodos de baixo aproveitamento e procura não muita alta, o Burn vem mostrando seu potencial. Sempre comento que  independente da estratégia linear, o Burn não é um arquétipo que simplesmente pode ser ignorado. De toda forma, isso coincide tanto com o que discutimos no artigo anterior, a respeito do Burn ter um aproveitamento melhor em metagames mais orientados a aggros, quanto com a nossa previsão de que o Burn teria um aumento na procura neste mês de março.

Em quarto lugar vemos o MonoG Walls Combo, outro arquétipo que sempre comento que tem grande potencial e não deve ser subestimado. Em sua nova versão com as criaturas Cascade, esse arquétipo ganhou solidez e consegue agora disputar de igual para igual com os melhores tiers do formato. Este também é outro arquétipo que apostamos em nossas previsões em um aumento de procura, que de fato teve aumento em sua presença. Falaremos de forma geral a respeito das nossas previsões mais a frente.

Intensions | Magic the gathering, Art, Fire art

Olhando agora para o aproveitamento, ou seja, o percentual de vitórias (gráfico 2), vemos que, apesar de ter caído bastante em procura, o UB Faeries ainda é um dos arquétipos com maior aproveitamento do mês. Encontra-se empatado com o Tron e o seu “primo” UR Skred.

O próximo destaque vai para o Burn que, não só teve uma procura maior nesse mês, como também seguiu os resultados do mês anterior e manteve um percentual de vitórias acima de 50%. Pode não parecer muito, uma vez que os demais arquétipos têm valores bem similares. Mas para o Burn que passou meses com percentuais não superiores a 48%, alcançar esses valores em dois meses consecutivos é uma tremenda vitória.

De forma geral, mesmo excluindo os arquétipos com presença muito pequena para análises fiéis, todos os arquétipos desse top 10 em percentual de vitórias mostraram números bem similares. Isso mostra novamente, como comentamos alguns meses atrás, uma situação de equilíbrio no metagame. Quem joga com frequência no Magic Online pode sentir que existem situações em que tudo parece desequilibrado. Mas acreditem, as amostras do Challenge são grandes o suficientes para expurgar a maioria dos vieses dos dados de forma que consigamos chegar a conclusão de que o metagame está bem diverso. De fato, acredito pessoalmente que o metagame atual é o mais diverso dos últimos anos.

Blightning - Magic: the Gathering MTG

Outro destaque que é importante citar também é a aparição do arquétipo Jund Midrange/Cascade nos eventos em maior peso. Ele não apareceu no top 10 em presença, mas estava logo ali, em 11º lugar, com apenas uma cópia de diferença para o 10º lugar. Este é um arquétipo que vejo com muito bons olhos, e que acredito ser um dos melhores dentre os arquétipos que surgiram após a introdução das criaturas com Cascade no formato. Ele consegue fazer praticamente de tudo um pouco dentro da colorpie Jund: removals, board wipes, descartes, além de draws decentes com Llanowar Visionary, Bonder’s Ornament e Sarulf’s Packmate. Fiquem de olho pois esse com certeza, em breve, será um dos “decks to beat” do formato.

Por fim, pelos números compilados do mês de março, o metagame final não pareceu ter distribuições muito diferentes do metagame do mês anterior. Tivemos inclusive distribuições de resultados no decorrer do mês similares ao do mês anterior.

Tivemos, claro, eventos muito diferentes dos eventos de fevereiro, como o evento do dia 14 que contou com quatro cópias de UB Faeries no top 8, e os eventos dos dias 20, 27 e 28 que contaram com vários Trons em seus respectivos Top 8. Mas no geral, exceto pela queda na performance do Boros Bully, a distribuição dos arquétipos foi bem similar. Acredito inclusive que o súbito aumento de Trons no final do mês foi motivado por, além do retorno de jogadores que costumam ter boa performance com o arquétipo, um interesse geral dos jogadores em treinar para o PTQ que ocorreria no dia 3 de abril. Para quem não conhece, o PTQ é um evento que garante ao campeão uma vaga para jogar um dos maiores eventos do circuito competitivo de Magic: The Gathering: o Pro Tour.

Tudo isso pode ser conferido analisando a tabela abaixo.

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Conforme pode ser visto, mesmo considerando a falta dos dados do evento do dia 21 de março, os dados parecem muito similares de uma semana para a outra e possuem dispersões bem pequenas em relação ao mês anterior.

Tudo isso pode indicar uma de duas coisas: Um equilíbrio no comportamento do metagame, conforme citado anteriormente, ou uma estagnação no formato como um todo. Acredito mais na primeira opção, visto que, mesmo que o formato esteja estagnado, no próximo mês teremos a chegada de Strixhaven, nova coleção do jogo. Quem tem acompanhado os spoilers, deve ter percebido algumas inclusões interessantes para o Pauper.

Finalmente, sobre as nossas previsões feitas no artigo do mês passado, tivemos bons resultados. De fato tivemos um retorno do Tron no início do mês, bem como no final, respeitando o seu comportamento típico de alternância. Tivemos também o aumento na presença do Elves, Burn e MonoG Walls Combo, além da subida também para o UR Skred, que foi mais presente no início do mês conforme previmos. Por fim, tivemos de fato a queda no Boros Bully e no RG Cascade, também conforme previmos! Assim, tivemos uma grande assertividade nas previsões que realizamos, o que confirma novamente a qualidade do nosso método!

Vamos agora ao aproveitamento dos arquétipos em Top 8s e 1s!


Taxa de Conversão de Tops

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Trouxe nessa análise o top 3 em presença do mês, além de três outros arquétipos que acredito terem boas informações para análise.

Analisando os números, conseguimos ver que o arquétipo com melhor aproveitamento em top 8s do mês foi o Tron. Isso provavelmente foi muito influenciado pelos últimos eventos do mês em que tivemos tanto uma presença mais marcante deste arquétipo, quanto o retorno de jogadores que costumam ter bom aproveitamento com ele. 

Em segundo lugar, neste mesmo quesito, temos o UB Faeries, que mesmo tendo caído em presença neste mês mostrou que seu impacto no metagame ainda é bem expressivo. 

Os piores na taxa de conversão de top 8 desse mês  foram, empatados, o MonoG Walls Combo e o Jund Cascade. Apesar do considerável aumento em presença, o MonoG Walls Combo não conseguiu converter essa presença em top 8s com valores mais relevantes. Comparativamente, o Jund Cascade, com quantidade bem menor em presença, conseguiu emplacar a mesma taxa de conversão de top 8s que o MonoG Walls Combo, mostrando um resultado tímido mas que pode ser um indicativo de que o arquétipo está se “acomodando” no metagame. Uma prova disso é a taxa de conversão de top 1s desse arquétipo, que foi a mais alta do mês, na frente até do campeão Tron. Este conseguiu vencer a mesma quantidade de eventos do Jund Cascade, mas precisou de uma representatividade bem maior no metagame para isso.

Em segundo lugar na taxa de conversão de top 1s, temos, empatados, os “primos” UB Faeries e UR Skred, sendo que este último conseguiu vencer mais eventos mas necessitou de uma presença maior no metagame deste mês. São arquétipos parecidos mas com ferramentas diferentes, o que acaba por gerar estratégias e linhas de jogo diferentes no longo prazo. E essa similaridade não quer dizer, claro, que um arquétipo é indiferente na presença do outro. Ambos têm suas vertentes e formas diferentes de lidar com diferentes outros arquétipos do metagame.

Os piores na taxa de conversão de top 1s nesse mês foram o Burn, e empatados, o Tron e o MonoG Cascade Walls. Considerando que o MonoG Walls Combo também teve uma das piores taxas de conversão em top 8s neste mês, podemos dizer que, neste grupo, este foi o arquétipo com o pior aproveitamento do mês como um todo.

Vamos agora às principais diferenças entre o mês de março e o mês de fevereiro!


Fevereiro x Março

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Trouxe nesses dados além do Top 10 em presença, também o Jund Cascade/Midrange, pois acredito que podemos tirar algumas conclusões com relação a ele nesse quesito.

É possível verificar que, em questões de presença, os arquétipos com maior variação positiva foram o MonoG Walls Combo, o Burn, e o Jund Cascade. O MonoG Walls Combo, como discutimos no tópico anterior, não teve um aproveitamento muito bom. Conseguiu, claro, boas posições em top 8, conseguindo até vencer um evento. Mas em questões de proporção contra resultado, não foi de fato um dos melhores. Esse provavelmente foi um metacall dos jogadores, muito embasado na permanência de um metagame mais orientado a aggros, no qual o MonoG Walls Combo costuma performar melhor, mas com o desenvolver do mês, o metagame foi mudando, trazendo mais midranges, e esse arquétipo acabou ficando penalizado.

O Burn acabou sendo uma escolha com motivos muito similares (metagame orientado a aggros), mas que acaba tendo um plano de jogo um pouco mais simples de executar do que o Walls.

Já o Jund, acredito eu, começou apenas neste mês a ser pilotado com mais seriedade. Já havia comentado sobre este arquétipo no artigo do mês passado, mas o mesmo encontrava-se em posições tímidas, sendo pilotado por jogadores que buscavam mais uma variação nas suas escolhas do que por jogadores que queriam aproveitar as brechas do metagame. Assim o arquétipo foi ganhando conforto, e acredito que no próximo mês o veremos com ainda maior presença.

As maiores variações negativas na presença, podemos ver, estão atreladas ao Boros Bully, ao RG Cascade e ao UB Faeries. 

O Boros Bully, de fato, teve uma campanha excelente no mês passado. Tão boa que ficou difícil fazer uma melhor. Assim, com aquele velho movimento de regressão a média[2] que já comentamos algumas vezes nos nossos artigos. Em algum momento, o comportamento típico do arquétipo volta a aparecer.

O RG Cascade, por outro lado, tem mostrado performances que deixam a desejar. Nos dois meses anteriores também não teve um aproveitamento muito bom, e isso provavelmente acabou por culminar na redução do interesse dos jogadores em pilotar este arquétipo. Contendo uma das melhores cores para removals do formato, e acesso as criaturas com cascade, o arquétipo de fato tem certo potencial. Mas comparado aos outros midranges usando dessa mecânica que estão surgindo no formato, como o próprio Jund Cascade, acaba sendo uma opção menos sólida.

Por fim, o UB Faeries caiu em procura, mas por fatores naturais. O arquétipo continua sendo bem efetivo no formato e precisa apenas ter melhores oportunidades. Talvez, inclusive, as baixas quantidades de Trons no início do mês e no decorrer do mês anterior, tenha inibido a aparição deste arquétipo em maior número. Digo isso partindo da premissa de que o UB Faeries, de fato, tem jogos bem justos contra o Tron e acaba sendo um dos seus maiores nêmesis.

Olhando agora para as diferenças em percentual de vitória, em variações positivas vemos, com relevância, apenas o Jund Cascade novamente. Conforme falei, este é um arquétipo de alto potencial que vem se acomodando no metagame no decorrer dos meses e que agora parece estar encontrando o seu lugar. Os demais arquétipos tiveram variações apenas marginais nesse quesito, o que confirma, parcialmente, a nossa tese de que o metagame parece estar bem equilibrado no momento.

Para as variações negativas, vemos com destaque as quedas bruscas para o Boros Bully e no Elves, e quedas ainda relevantes para o Affinity e no GW Auras. 

Os dois primeiros sofreram do mesmo mal, e que já foi comentado também. Fizeram campanhas muito boas no mês anterior e ficou difícil manter seus números no patamar que estava em fevereiro, principalmente o Boros Bully.

O Affinity e o GW Auras passam por períodos de secura, mas que prometem mudança. Normalmente quando há maior presença da cor vermelha no metagame, os Affinitys acabam sofrendo mais com os sideboards, que costumam contar com Gorilla Shaman e Shenanigans. Neste mês tivemos forte presença do UR Skred, que é um arquétipo que geralmente utiliza uma das duas cartas de side, ou até ambas. Assim, sua efetividade acaba ficando penalizada neste cenário.

O GW Auras por sua vez acaba sendo um arquétipo mediano em vários sentidos, então a sua queda em percentual de vitórias pode ter sido motivada apenas pela variação de pilotos ou pela aparição de um maior número de Trons no final do mês.

Em ambos os casos, parece que as coisas podem mudar no próximo mês, e é isso que discutiremos  no próximo tópico!


Previsões para Abril

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Eu recebi anteriormente algumas perguntas sobre a metodologia que utilizo neste tópico para avaliar as previsões para os próximos eventos. Então, explicando brevemente, eu levo em consideração três fatores principais:

  • Amplitude: Quanto, em percentual, um arquétipo varia em presença de um evento para outro, ou de uma semana para outra;
  • Frequência: Quanto tempo demora, em semanas, para que um arquétipo suba ou caia em presença no evento seguinte;
  • Tendência: Indicada pela linha polinomial, pontilhada azul no gráfico, indica a tendência de subida ou queda de um arquétipo, baseado em suas últimas instâncias.

Com isso, e considerando que o metagame sempre tem um comportamento cíclico, eu consigo inferir com certa assertividade quais arquétipos devem subir ou cair em presença, pelo menos nos primeiros eventos do mês seguinte.

Tendo nossa metodologia em mente, vamos às análises. Iniciando pelo Tron, vemos que, mais recentemente, o Tron mostrou uma frequência de alternância menor. Isto quer dizer que precisou que mais eventos ocorressem para que sua presença caísse ou subisse. No caso, este arquétipo aumentou sua presença em dois eventos consecutivos, e só depois veio a cair. Respeitando essa frequência, é bem provável que no próximo evento ou nos próximos eventos, o Tron caia em presença novamente, para só retomar depois dessa nova queda. Lembrando que, isso é válido para os eventos que possuem data fixa para execução, no caso os Challenges.

O UR Skred passa por uma situação bem similar ao Tron, mas está um evento atrasado. Então, pelo gráfico, é provável que, pelo menos nos próximos dois eventos, este arquétipo caia em presença.

Já o Burn e o Boros Bully parecem estar alinhados em movimento, com expectativa de aumento em sua presença, pelo menos neste início do mês de abril. Ambos caíram seus número neste final de março, mas guardam grande potencial para lidar com esse metagame tão diverso de agora.

Por fim, o Jund Cascade parece ser o novo queridinho dos jogadores. Acomodando-se aos poucos no metagame, esse arquétipo ganhou seu espaço em março e provou para os jogadores que possui sim potencial grande o suficiente para lidar com as maiores ameaças desse formato. Portanto, visto o seu “BOOM” em popularidade e o seu bom aproveitamento no mês de março, acredito que este arquétipo suba em presença no próximo mês de abril, assim como mostra a tendência de seu gráfico. De fato, no momento em que publico este artigo, já ocorreu o Super Qualifier/PTQ do dia 3 de abril, e nele o Jund Cascade foi o arquétipo campeão tanto do evento, quanto em presença.


Conclusões

Seguimos com um metagame ainda muito orientado a aggros, mas agora com uma boa e saudável diversidade! Repito o que disse no artigo passado: acredito que este metagame seja um dos mais diversos que vivenciei neste formato! Temos arquétipos que antes ficavam à sombra voltando a ativa, como o Boros Bully, o Eves e o GW Auras, e arquétipos novos mostrando seus potenciais, como o Jund e os demais midranges com a mecânica Cascade! E vocês, estão curtindo esse metagame? Deixem nos comentários! 

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Nos vemos no próximo artigo!

Até breve!


Fontes

[1] Dados retirados do Challenge Project.

[2] “Regressão à Média” – Wikipedia – https://pt.wikipedia.org/wiki/Regress%C3%A3o_%C3%A0_m%C3%A9dia


Álvaro França

Formado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal Fluminense, trabalha como cientista de dados no mercado de energia e joga Magic:The Gathering desde 1998, com ênfase no formato Pauper desde 2009. Aventurou-se em vários card games e demais jogos de estratégia durante a vida e acumulou largo conhecimento na teoria e prática desse tipo de jogo.

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